jornalismo de bolso

jornalismo móvel e colaborativo

crise = oportunidade


Mandarin: wēi jī
Japanese: kiki
Korean: 위기

(perigo + oportunidade)

"In the Kanji characters used in both Chinese and Japanese, "crisis" is written with two symbols, the first meaning "danger," the second "opportunity." By facing and removing the danger of the climate crisis, we have the opportunity to gain the moral authority and vision to vastly increase our own capacity to solve other crises that have been too long ignored."

Traduzindo:

"Em caracteres Kanji usados tanto no chinês quanto no japonês, "crise" é escrita com dois símbolos, o primeiro significa "perigo", o segundo "oportunidade". Ao enfrentar e eliminar o perigo da crise climática, temos a oportunidade de conquistar a autoridade moral e a visão para aumentar vastamente a nossa própria capacidade de resolver outras crises que têm sido há muito ignorados. "

Al Gore, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 2007. Veja o texto completo em inglês.

É uma boa e otimista anedota, mas muitos alertam que o segundo caractere na verdade é também usado para máquina e segredo além de oportunidade, e que na cultura asiática a junção desses símbolos, embora seja um conceito interessante, não valida necessariamente a lógica "perigo + oportunidade = crise" tão usada em jogadas de marketing ocidente afora.

De uma forma ou de outra, me incluo no grupo dos otimistas que vêem crises como uma oportunidade de inovar e procurar soluções diferentes das que estamos acostumados para resolver os novos problemas que despontam. "Pensar fora da caixa" como dizem por aqui. Ou talvez a melhor forma de dizer isso nos dias de hoje seja "sair do seu quadrado".

Minhas duas profissões — tradução e jornalismo — descobrem nesse momento por novos paradigmas, mas ao mesmo tempo nunca foi tão interessante trabalhar nas duas áreas em termos de novas oportunidades de aprendizado.

Fonte da imagem: Nippo Jovem

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Arquivado em:oportunidades

jornalismo 2.0, o futuro

Infelizmente, não estive presente nessa aula, mas graças ao slideshare, eis que podemos ver a apresentação e imaginar o que Mark Briggs teria dito há dois anos. Acompanho Mark pelo twitter, e foi por meio dele que agora a pouco fiquei sabendo dessa oportunidade de estágio remunerado para programadores e desenvolvimento de comunidades virtuais em sua empresa, Serra Media, que tem como objetivo elaborar as futuras tecnologias para sites de notícia.

O foco desse estágio é a inovação em jornalismo e a proposta não é nada convencional: em vez deles contratarem um estagiário para trabalhar lá por um determinado número de horas nas tarefas normais da empresa, os candidatos devem apresentar idéias inovadoras que queiram investigar e desenvolver como empreendedores de novas mídias e novo jornalismo. Eles explicam: “Se isso tudo não soa muito convencional e parece diferente de qualquer posição para a qual você se candidatou no passado, tudo bem. Bem-vindo ao mundo do jornalismo empreendedor”.

A Serra Media é a empresa por traz do NewsGarden, uma plataforma para mapeamento social de notícias locais onde as pessoas podem acrescentar no Google Maps eventos, fotos e notícias do que está acontecendo nas redondezas, e que já está em uso em sites locais americanos, o Bellingham Herald e o The Peninsula Gateway. A audiência algo é aquela hiper-super-local.

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“Jornalismo de mochila? Que coisa mais fora de moda. Minha redação é meu bolso.” (Clyde Bentley, Dezembro de 2006)

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