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web 1.0 x web 2.0, apanhado dos blogs do J20_M09

Segurei a curiosidade para não visitar os blogues dos colegas antes do primeiro exercício do curso, mas depois que publiquei a minha comparação entre a web 1.0 com a chamada web 2.0, fiz uma visita a alguns dos blogs do curso e escolhi os melhores trechos de cada um, na minha opinião. São muitos posts interessantes, vale a pena passar por lá. Eis o meu apanhado dos blogs que li, sem uma ordem em particular, e com o nome do autor e link para blog logo abaixo do texto:

O que há então entre a web 1.0 e a 2.0 é um salto qualitativo, um aperfeiçoamento, de 1 para 2, e quem sabe, muito em breve, para 3. Por enquanto fica o 2, e sua ferramentas multimídias, que se unem ao desejo de compartilhar, experimentar e interagir, marcas jamais vistas na história das revoluções. Mas uma coisa é certa: haverá sempre o que falar de web 2.0, pois sua marca é a constante atualização e inovação.Uma terra de ninguém, nela há espaço para qualquer usuário plantar suas idéias, contribuir na produção de terceiros, estimular e interferir a qualquer momento no material dos geradores de conteúdo. (…)

Caroline Santana, Mais um capítulo da história humana

Trocando em miúdos: a Internet está cada vez menos ligada a computadores, e sim às pessoas que a utilizam como uma poderosa ferramenta de comunicação. Sentada em frente ao computador, me espanto com a passagem do tempo, enquanto termino o download do Visual Typewriter.

Carla Sena, nesse post

O internauta quer ver sua contribuição sendo valorizada pelo veículo. Chamar pela participação do público e não dar seguimento ao processo seria um equívoco. Se o conteúdo “vai ao ar”, as sensações de satisfação e pertencimento tendem a aumentar. Com isso, evoluem o número de acessos e a fidelização. Se o usuário viu sua atenção sendo retribuída, ele próprio vai se encarregar de levar esta notícia – e a URL onde ela está inserida – à sua rede de contatos.

Fernando Torres, A via jornalística ganhou mão dupla

A Web 2.0 é, em síntese, a prova concreta de que esforços políticos, sociais e tecnologia podem transformar a vida das pessoas, fazendo com que cada um seja ator da sua própria história.

Letícia de Assis, Web o quê?

Como o acesso à internet tem crescido no mundo todo, milhões de pessoas estão contando o que está ocorrendo em sua cidade ou sua vida. Usando um filtro para buscar apenas o que lhe interessa, já que o volume de informações é muito grande, é possível se atualizar sem comprar jornais ou ouvir rádios e, ainda, opinar sobre o que está sendo visto.

Paula Valduga, Web 2.0 muda a vida dos jornalistas

O modelo hiperinterativo poderá acabar com os jornais de papel no futuro. Hoje cada cidadão é um jornalista em potencial e esse tipo de prática já recebeu o nome de jornalismo cidadão. O amplo acesso a novos meios de comunicação, em especial nos países desenvolvidos, gerou o caldo de cultura que levou a isso.

Rafael Maia, A Web 2.0 vai acabar com os jornais de papel?

É nessa nova web que o leitor se torna um parceiro dos veículos de mídia e, em grande parte dos casos, uma fonte geradora de conteúdo. Os blogs, redes sociais, videoblogs, e, mais recentemente os microblogs, permitem que cada um transmita informações, opiniões e registros históricos. Esse poder de participação permite ao leitor não apenas consumir notícias. Ele questiona, argumenta e complementa o que é divulgado. Com uma vantagem que, há pouco mais de dez anos era impensável: o imediatismo.

Flávio Pessoa, A Evolução da Web

Em abril, tive a oportunidade de participar de uma atividade interativa em sala de aula, orientada pelo professor Carlos Nepomuceno. A tarefa foi a seguinte, cada pessoa teve que responder, em um pedaço de papel, a seguinte questão: “o que é a internet?”. À medida que íamos terminando, nos juntávamos em duplas e depois em grupos para unir as respostas, formando uma só frase. A definição final foi então: “A internet é um ambiente digital em rede online, em constante evolução, que possibilita, de todos para todos, a interação, o compartilhamento da informação, relacionamentos, negócios em dimensão global, diminuindo as distâncias físicas e aproximando culturas”. Podemos dizer que esta foi uma aula 2.0, na qual todos tiveram voz.

Garcia Reis, A World Wide Web ontem, hoje e amanhã

Portanto, pode-se concluir que para a Web 2.0 assumisse o lugar da primeira geração de serviços foi fundamental a existência da colaboração dos usuários na produção, distribuição e uso dos conteúdos. E que portanto, isso só é possível se houver uma democratização do acesso aos recursos computacionais e liberdade para que os usuários atuem como produtores/consumidores.

Alessandro Rovêda, Web 2.0 – A evolução de uma revolução

Assim, os meios de comunicação e a sociedade vão se desenvolvendo juntos e o termo “rede” já é usado tanto na perspectiva social quanto eletrônica. Os meios de comunicação exibem cada vez mais características próprias dos seres humanos, ajudando a construir comunidades de interesses comuns e individuais; impactando o ambiente social.

Clóvis Reis, Comparação entre a Web 1.0 e a Web 2.0: As mudanças provocadas no comportamento dos usuários da internet

O que se vê na Web 2.0 é uma mudança no ritmo. A Web já era dinâmica. Apenas ficou mais rápida e com novas possibilidades de comunicação. Essa revolução das redes sociais e mídias geradas pelos consumidores fazem com que a Internet se consolide como um ambiente em que as pessoas oferecem mais informações às outras, o volume de tráfego aumenta também e teremos um meio de comunicação em expansão crescente e constante.

Carlos Gustavo Pereira, Comparação entre a Web 1.0 e a 2.0: cultura participativa

O crescimento exponencial do Twitter e a morte anunciada do Geocities representam a oposição 2.0 e 1.0 em 2009. As ferramentas 2.0 são fáceis de criar e de interagir; seu conteúdo é manipulável e dinâmico. As ferramentas 1.0 são estáticas – e, convenhamos, fora de moda.

Mudaram as ferramentas. Os usuários tentaram acompanhar, acreditando na filosofia 2.0. Todos podemos falar. Todos falamos. E quantos de nós somos árvores caindo no meio da floresta?

Luciana Silveira, Web 2.0, usuário 1.0

Imaginar o que virá pela frente continua sendo assustador como naquele período do adeus às Olivettis. Mas, em se tratando de Internet, até o impossível parece se tornar alcançável.

Aline Custódio, Mundo Velho, Novo Mundo

Para que esses parâmetros pudessem se tornar o novo “centro de gravidade” da Web, foi necessário antes que se construísse um cenário propício a essa evolução, como a difusão do acesso à internet por banda larga, convergência de mídias e distrubuição de conteúdos por vários canais. E a Web 3.0? É um conceito ainda em construção, indicando para uma Web semântica, que “entende” melhor o que o usuário busca na rede. Mas essa é outra história.

Carlito Costa, Web 1.0 e Web 2.0

Para alguns estudiosos a Web 3.0 já esta em funcionamento. Certas páginas a exemplo do Jost e do Radar Networks são capazes de compreender semanticamente as palavras digitadas na pesquisa e a partir de dados coletados na própria rede construir um perfil de usuário, resultando em informações que levam em consideração as preferências pessoais dele. Para outros, o futuro está um pouco mais distante e deve demorar cerca de 10 anos pra se tornar concreto.

Carlos Augusto, A Evolução da Web

Me cansa visitar blogs com textos enormes, cheios de opiniões replicadas que, no fundo no fundo, não querem dizer nada. Ou é, simplesmente, mais do mesmo. Mas é esse o poder que a Web 2.0 dá às pessoas, e está todo mundo mais feliz assim. A humanidade está globalizada de tal forma que as pessoas precisam debater, trocar informações e interagir. E quem ganha com isso somos nós mesmos, resta saber filtrar o que é bom e o que é ruim.

Bruna Capistrano, Quem está no comando?

Deixemos as especulações para os videntes, e a discussão filosófica para nossas fontes. A nós, jornalistas, cabe apenas perguntar. E não, isso não é pouco. Deleuze, com quem concordam esta humilde serva, já descobriu, muitos antes de “pular do vigésimo andar”, que achar a resposta é fácil; encontrar o problema é que é a grande sacação. Se a citação estiver demasiada elevada para o gosto da plateia, tenho outra: n’O guia do mochileiro intergaláctico, filme apenas aparentemente para descerebrados, o supercomputador responde, depois de pensar por dez milhões de anos, ao pedido feito pelos habitantes da população do planeta Magrathea pela resposta a “todas as coisas e tudo o mais”: 42. Eles pediram a resposta, não a pergunta. Isso levaria mais dez milhões de anos para ser obtido.

Beatriz Duarte, Exercício

A bolha da Web 2.0 também vai estourar? Os negócios vão conseguir se estabelecer e empresas visionárias como o Google ( não se pode esquecer que o por 5 anos o dinheiro não entrou no bolso de ninguém) vão se multiplicar? A maior tarefa atual das empresas jornalísticas (falo isso porque sou subeditora de um caderno de cultura no Rio) é justamente conseguir oferecer produtos online que consigam ser integrados ao papel do jornal de papel. Tem gente que já decreta o fim do jornal de papel. Prefiro acreditar numa adequação de formatos e conteúdos. Os livros não acabaram, por exemplo. Mas o físico inglês Tim Berners-Lee já fala na Web 3.0: em que existirá um sistema em que o computador vai entendar o que o usuário quer e fará a busca por ele.

Ana Lúcia do Vale, Web 2.0: Mais poder para o usuário

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Arquivado em:J20_M09, web 2.0

Web 2.0 e você: tudo a ver

No princípio, eram os sinais de fumaça. Depois vieram os tambores, o telégrafo, o telefone, o rádio e a televisão. Cada um desses novos veículos, ao surgir, causou grandes mudanças na forma como os homens se comunicavam à distância. Mais tarde, surgiu o computador e na década de 60 o aparelho encontrou sua cara-metade: a internet. Com a popularização da dupla, que tomou força apenas em meados da década de 90, a comunicação remota entre dois ou mais seres humanos jamais mais voltaria a ser a mesma.

No início, era a simplesmente a internet, a rede mundial de computadores, provedores de acesso e servidores que permitia a comunicação entre pessoas a ela conectadas. Nos primeiros anos, a internet foi impulsionada principalmente pelo comércio eletrônico e marcada pela disponibilização unilateral de informações online. Durante essa primeira fase, a comunicação entre os usuários se dava fundamentalmente por meio de correio eletrônico, fóruns e listas de discussão, além de programas de chat, como IRC e salas de bate-papo. O foco era o internauta-consumidor: de produtos, de notícias, de informações.

A virada do século colocou um ponto final nesse modelo ‘unilateral’ de internet, que chegou ao fim com o estouro da bolha especulativa criada em torno dos sites e empresas pontocom. Porém, com cada vez mais usuários no mundo inteiro, a rede continuou crescendo e evoluindo e, após um período de pessimismo em relação a investimentos na web, começaram a aparecer gradualmente empreendedores que trouxeram novos olhares sobre a rede e suas possibilidades. A partir de então, a ênfase seria na internet como um local para participação, onde o ponto forte é o aproveitamento da inteligência coletiva.

Da internet simplesmente à simplicidade da Web 2.0

A transformação começou com a adaptação de tecnologias já conhecidas ou o surgimento de novas tecnologias que resultaram em ferramentas e interfaces fáceis de usar e mais convidativas ao usuário, principalmente no que diz respeito à publicação de conteúdo na rede e interação com o conteúdo publicado por outros. Embora já houvesse ferramentas similares e a colaboração já existisse nos fóruns de discussão, com o surgimento de ferramentas atraentes, como o Blogger em 1999, o internauta já não precisava entender de código ou programação para ter a sua própria página web, facilmente criada e atualizada sempre que ele desejasse, em apenas poucos cliques.

Entretanto, a principal mudança no decorrer dos anos desde a sua criação foi na mentalidade sobre como e para que a internet deveria ser usada, tanto por parte de desenvolvedores quanto de usuários. Mudança essa que se caracteriza por uma espécie de apropriação da rede por aqueles que a usam, enquanto os desenvolvedores se concentram na usabilidade de seus produtos e ferramentas. E mesmo quando determinado conteúdo não é gerado pelo usuário, este pode enriquecê-lo por meio de comentários ou ajudar na sua divulgação. O foco passou a ser o internauta-atuante: produtor de aplicativos, de notícias, de conteúdo. Com alcance cada vez maior, a internet passou a ser uma popular plataforma para a expressão dos usuários.

A empresa americana O’Reilly Media começou a usar o termo Web 2.0 em 2004 para diferenciar essa ‘nova fase da internet’, não sem controvérsias por parte daqueles que acusam a invenção do termo de ser uma jogada de marketing para inflar, mais uma vez, o mercado da internet. Seja o uso do termo Web 2.0 válido ou não, as palavras chaves dessa inegavelmente nova era online são interatividade, compartilhamento e colaboração. Essa nova fase é também marcada pela folksonomia – ou seja, a indexação de conteúdos comandada por aqueles que os usam, e também por conteúdos gerados e popularizados pelos usuários, além da formação de comunidades em torno desses conteúdos.

O verdadeiro veículo de comunicação de das massa massas

A formúla ferramentas + usuários foi tão bem sucedida que em 2006, logo após o explosivo crescimento do YouTube, a revista americana Time elegeu *você*, o protagonista central desse novo modelo de internet, em sua habitual escolha de personalidade do ano. Segundo o repórter Lev Grossman, o internauta mereceu o podium “por tomar posse dos reinos da mídia global, por criar e enquadrar a nova democracia digital, por trabalhar de graça e superar profissionais nos próprios setores deles”.

É a sinergia gerada pela interação entre usuários que faz com que sites como Wikipédia, MySpace, Facebook e flickr e o Twitter, algumas das faces dessa nova e revolucionária web, sejam sucessos de público. Em comum, eles apresentam características vão além muito além das tecnologias usadas, possibilitando o máximo possível de interatividade e interação entre os usuários em torno dos conteúdos que eles mesmos produzem.

A internet do século XXI é o verdadeiro veículo de comunicação ‘das massas’, e é o indivíduo quem o dirige: o poder está, talvez pela primeira vez na história das telecomunicações, na mão do usuário que não mais apenas navega, mas que toma o comando do leme.

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a cara da web 2.0, parte 1.6

Personalidade do ano: Você
Som, você. Você que controla a Era da Informação. Bem-vindo ao seu mundo.

A revista Time elegeu *você* como a personalidade do ano de 2006, por causa colaboração e comunidade em escalas nunca vistas antes da chegada dos sites da chamada Web 2.0, como o YouTube, Wikipédia, MySpace:

And for seizing the reins of the global media, for founding and framing the new digital democracy, for working for nothing and beating the pros at their own game, TIME's Person of the Year for 2006 is you.

Traduzindo:

"Por tomar posse dos reinos da mídia global, por criar e enquadrar a nova democracia digital, por trabalhar de graça e superar profissionais nos próprios setores deles, a personalidade do ano de 2006 da revista Time é você" (Lev Grossman)

Interessante notar que, ao que parece, *você* discordou da escolha da Time, como destaca o professor Carlos Castilho.

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a cara da web 2.0, parte 1.5

O universo gira em torno do usuário. Imagem de Basilio.

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a cara da web 2.0, parte 1.4

Esse é o prisma da conversação – a arte de ouvir, aprender e compartilhar – elaborado por Brian Solis do blog PR 2.0. Por meio do blog dele, descobri o Media 2.0 Workgroup, um site interessante que agrega "comentaristas, agitadores e inovadores" da indústria. Clique para ampliar o prisma, ou caso prefira, você pode comprar o poster aqui.
 

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a cara da web 2.0, parte 1.3

Nem todas as marcas estão nesse mosaico, com enfoque nas redes sociais da web 2.0. E pensar que conheço apenas algumas dessas marcas, tenho conta em poucas delas e uso muito menos ainda. Tirei a imagem do The Daily Galaxy.

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a cara da web 2.0, parte 1.2

Foto desse blog [en], que traz um artigo rápido sobre o uso de aplicativos da Web 2.0 em bibliotecas.

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a cara da web 2.0, parte 1.1

Vi essa imagem no blog Mundo Dois Ponto Zero, da colega de curso Carolina Santana ontem, enquanto cadastrava no meu blogroll os blogues do criados para essa edição do Curso de Jornalismo 2.0 promovido pelo Centro Knight, do qual essa blog faz parte. Ainda não fiz o meu texto do primeiro exercício, por isso evito ler o que o pessoal está escrevendo, mas pretendo depois fazer um apanhado dos melhores trechos de cada blogue.

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Web 1.0 X Web 2.0 (parte 1.0)

Como parte do Curso de Jornalismo 2.0, tenho que produzir um texto comparando a Web 1.0 e a Web 2.0 com destaque para as mudanças que ambas provocaram no comportamento dos usuários da internet.

Para esquentar, traduzi o resumo abaixo feito por Joe Drumgoole, do blog Copacetic:

* Web 1.0 significava de ler, Web 2.0 significa escrever

* Web 1.0 significava empresas, Web 2.0 significa comunidades

* Web 1.0 significava cliente-servidor, Web 2.0 significa par-a-par

* Web 1.0significava HTML, Web 2.0 significa XML

* Web 1.0 significava páginas, Web 2.0 significa blogues

* Web 1.0 significava portais, Web 2.0 significa RSS

* Web 1.0 significava taxonomia, Web 2.0 significa marcadores

* Web 1.0 significava fios, Web 2.0 significa conexão sem fio

* Web 1.0 significava propriedade, Web 2.0 significa compartilhamento

* Web 1.0 significava ações na bolsa, Web 2.0 significa vendas estratégicas

* Web 1.0 significava Netscape, Web 2.0 significa Google

* Web 1.0 significava formulários, Web 2.0 significa aplicativos

* Web 1.0 significava captura de tela, Web 2.0 significa APIs

* Web 1.0 esignificava discagem, Web 2.0 significa banda larga

* Web 1.0 significava preço de hardware, Web 2.0 significa custo da banda

Vi ainda mais uma linha dizendo “Web 1.0 era sinônimo de publicidade, Web 2.0 é sinônimo de propaganda boca a boca”. Acrescento: para o marketing, Web 1.0 era pop-ups, web 2.0 é viral. Para jornalistas, Web 1.0 era sinônimo do mesmo artigo replicado no site do jornal, Web 2.0 é sinônimo de reportagens especiais para a Web, com links, recursos de vídeo/áudio e infográficos elaborados especialmente para ilustrá-las.

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“Jornalismo de mochila? Que coisa mais fora de moda. Minha redação é meu bolso.” (Clyde Bentley, Dezembro de 2006)

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